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  • Bingo: uma tradição divertida que resistiu ao tempo

    O Bingo é um jogo que atravessa gerações e resistiu ao tempo, mantendo-se como uma tradição divertida e popular em todo o mundo. Com suas origens que remontam ao século XVI na Itália, o Bingo conquistou o coração de milhões de pessoas ao redor do globo, sendo jogado em casas de bingo, festas, eventos comunitários e até mesmo online.

    O Bingo é conhecido por sua simplicidade e acessibilidade, tornando-o um passatempo apropriado para pessoas de todas as idades. O jogo consiste em um cartão com uma grade de números aleatórios, que são anunciados um a um. O objetivo é preencher uma linha, uma coluna ou até mesmo a grade inteira, dependendo da variação do jogo, antes dos demais participantes.

    Além de ser uma maneira divertida de passar o tempo, o Bingo também oferece uma oportunidade de sociabilização, permitindo que as pessoas se divirtam juntas e criem laços de amizade. Nas casas de bingo, por exemplo, é comum ver grupos de amigos se reunindo regularmente para jogar e aproveitar momentos de descontração.

    Apesar de sua longa história, o Bingo continua sendo relevante nos dias de hoje, adaptando-se às tecnologias e mantendo-se como uma forma de entretenimento popular. Com a popularização dos jogos online, o Bingo também encontrou seu espaço na internet, possibilitando que as pessoas joguem de forma virtual e participem de torneios com jogadores de todo o mundo.

    Portanto, o Bingo é muito mais do que um simples jogo de azar. É uma tradição divertida que uniu gerações e resistiu ao tempo, mostrando que a simplicidade e a diversão são elementos atemporais que continuam encantando as pessoas ao redor do mundo. Que tal reunir alguns amigos e jogar uma partida de Bingo? A diversão é garantida!

  • Pesquisas de uma professora-fotógrafa durante a pandemia.

    Pesquisas de uma professora-fotógrafa durante a pandemia.


    De repente quarentena e me vi em uma pandemia, sem poder sair de casa. Para quem gosta de fotografar cenas do cotidiano esse foi um momento de reinventar-se.


    No começo não me dei conta, fotografei em casa e entre uma saída e outra para ir ao mercado. Passei a “olhar com outros olhos” minha própria casa e ressignificar o cenário: as plantas da sala e do jardim, as luzes e sombras que se formam nos diferentes horários do dia, o céu de diferentes cores da janela do meu quarto, as experiências com materiais naturais, dentre outras coisas, tornaram-se fonte de pesquisa.




    Era só falar em mercado que eu já estava preparada com o celular. Embora sempre encontre algo diferente nos mesmos caminhos, as paisagens começaram a ficar sem novidade, porque até as caminhadas para atividade física não podiam mais acontecer. Comecei a sentir falta das saídas, surgiu um vazio, uma necessidade de fotografar além…como um impulso interno de CRIAR algo novo em meio a essa situação.

  • Do que são habitadas as paredes de uma escola da infância?

    Do que são habitadas as paredes de uma escola da infância?


    Parece um tema ultrapassado, porém a prática de decorar as paredes das salas, os muros e os demais espaços das unidades de educação infantil ainda se mostra muito presente. É comum que professores(as) queiram “dar vida” aos espaços enfeitando com personagens, móbiles,


    cores


    vibrantes, adesivo estampado, E.V.A e outras imagens criadas pelas mãos dos adultos para agradar as crianças e criar um “ambiente lúdico”. E a partir disso acho importante refletirmos sobre:

  • Um ateliê na escola para uma escola como um ateliê.

    Um ateliê na escola para uma escola como um ateliê.


    Penso que todos os bebês e as crianças deveriam ter a oportunidade de viver um Ateliê em suas escolas, tanto um espaço físico que acolhe as explorações e o brincar, provoca investigações e nutre o senso estético, quanto a escola toda como um espaço de pesquisa, criação e experimentação para viver infâncias potentes por meio de múltiplas linguagens. Poderia começar a prática com a organização de um espaço físico para montar um Ateliê e depois levar esse ‘estado de ateliê’ para toda a escola: com muita curiosidade, corpos ativos e envolvidos em criar soluções para suas ideias; em relação com adultos, crianças, materiais e natureza.


    A concepção de Ateliê que compartilho aqui não é uma sala de artes, onde cada criança senta no seu lugar e o professor direciona a proposta, todos fazem igual e ao mesmo tempo. Vamos transgredir essa prática tradicional e nos aproximar de laboratórios expressivos e criativos com as linguagens entrelaçadas, sem fragmentação. Crianças aprendendo com o corpo todo em ação, todos os sentidos, diversas possibilidades e ludicidade. Não há mais atividades de artes e sim proposições onde são os bebês e as crianças que dão sentido para as experiências.

  • Fazer o quê depois de pintar? Arte e Infância em uma perspectiva contemporânea

    Fazer o quê depois de pintar? Arte e Infância em uma perspectiva contemporânea



    *Em 2022 o projeto foi premiado no Professor em Destaque da SME-SP, apresentado no VI Seminário EducaPenha, no Seminário Internacional Pequenas Coisas, mas as mais pequenas mesmo!, no Seminário Internacional Infâncias e Pós-colonialismo da Unicamp e no Congresso do SEDIN – Sindicato dos Educadores da Infância. E recebi o convite de uma live pela Divisão de Educação Infantil da SME-SP em 2021.


    Tudo começou no início de 2021 com o retorno da jornada presencial, assumi um grupo de Minigrupo II com crianças de 3/4 anos e logo na primeira semana ofereci um contexto com pintura, o grupo se mostrou animado e ansioso por essa possibilidade. Depois da segunda proposta comecei a refletir sobre os indícios que havia observado e escutado e decidi…