Tag: Arte

  • Grafismo infantil: vivências com a arte

    Grafismo infantil: vivências com a arte



    “No que se refere a visualidade, as crianças podem aprender a utilizar diferentes ferramentas, suportes e materiais e experimentar diversas posições espaciais e corporais para desenhar (sentadas, em pé, deitadas de bruços etc.), assim como explorar variadas possibilidades de traçar garatujas, ocupar o espaço com traços emaranhados, riscos, círculos, espirais, de modo bem pessoal. Elas percebem que seus gestos produzem marcas estáveis, os desenhos. (…) As crianças podem aprender a usar novos materiais e ferramentas para explorar objetos e fenômenos que envolvam diferentes possibilidades de cor em seus desenhos e pinturas (…)”



    (OLIVEIRA, 2018, p. 60 e 61)



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  • A arte como expressão, criação e investigação singular da criança.

    A arte como expressão, criação e investigação singular da criança.


    Ano passado participei de uma


    live


    e criei este título para falar de uma experiência com a arte na educação infantil vivida no 1o semestre de 2021, nesta mesma partilha teve a apresentação de outro trabalho (Profa. Vanessa) do qual fui mentora no 2o semestre. Porém, gostaria de expandir essa discussão tão importante, já que em pleno 2022 ainda vemos práticas ultrapassadas como desenho para colorir, pontilhados, carimbo com mãos, receitas e tantas outras atividades chamadas de “arte”, mas que revelam concepções que não representam um trabalho contemporâneo com arte e infância.


    Trago uma breve reflexão sobre as concepções que estão envolvidas em proporcionar experiências com a arte, os bebês e as crianças. Acredito que o fazer deve ser guiado por essa concepção de criança:

  • Fazer o quê depois de pintar? Arte e Infância em uma perspectiva contemporânea

    Fazer o quê depois de pintar? Arte e Infância em uma perspectiva contemporânea



    *Em 2022 o projeto foi premiado no Professor em Destaque da SME-SP, apresentado no VI Seminário EducaPenha, no Seminário Internacional Pequenas Coisas, mas as mais pequenas mesmo!, no Seminário Internacional Infâncias e Pós-colonialismo da Unicamp e no Congresso do SEDIN – Sindicato dos Educadores da Infância. E recebi o convite de uma live pela Divisão de Educação Infantil da SME-SP em 2021.


    Tudo começou no início de 2021 com o retorno da jornada presencial, assumi um grupo de Minigrupo II com crianças de 3/4 anos e logo na primeira semana ofereci um contexto com pintura, o grupo se mostrou animado e ansioso por essa possibilidade. Depois da segunda proposta comecei a refletir sobre os indícios que havia observado e escutado e decidi…