Author: Hubert

  • O impacto dos cassinos na economia e no turismo

    Os cassinos são estabelecimentos de entretenimento muito populares em todo o mundo, conhecidos por atrair um grande número de turistas e contribuir significativamente para a economia dos países onde estão localizados. No entanto, o impacto dos cassinos na economia e no turismo vai muito além do simples entretenimento, e pode ter um efeito positivo ou negativo, dependendo de diversos fatores.

    Em primeiro lugar, os cassinos são importantes impulsionadores do turismo, atraindo visitantes de diversas partes do mundo e gerando receitas significativas para o setor de turismo local. Esses estabelecimentos oferecem uma variedade de opções de entretenimento, como jogos de azar, shows, restaurantes e hotéis, que atraem turistas interessados ​​em uma experiência única e emocionante. Além disso, os cassinos muitas vezes se tornam destinos turísticos por si só, sendo um dos principais pontos de atração de uma determinada região.

    Por outro lado, os cassinos também podem ter um impacto negativo na economia e no turismo, especialmente se não forem devidamente regulamentados. A presença de cassinos pode levar ao aumento da criminalidade, vício em jogos de azar e problemas sociais, o que pode afastar os turistas e afetar a imagem de uma determinada região. Além disso, os cassinos podem competir com outros setores econômicos, como o comércio varejista e a indústria do entretenimento, reduzindo assim o potencial de crescimento desses setores.

    No entanto, quando bem gerenciados e regulamentados, os cassinos podem trazer benefícios significativos para a economia e o turismo de uma região. Eles podem gerar empregos, aumentar as receitas fiscais, atrair investimentos estrangeiros e promover o desenvolvimento de infraestruturas turísticas. Além disso, os cassinos podem ajudar a diversificar a economia de uma região, reduzindo a dependência de setores tradicionais, como a agricultura e a indústria.

    Em resumo, os cassinos têm um impacto significativo na economia e no turismo, podendo trazer benefícios consideráveis ​​ou problemas sérios, dependendo de como são gerenciados e regulamentados. É essencial que os governos e as autoridades locais adotem políticas adequadas para garantir que os cassinos operem de maneira responsável e sustentável, maximizando os benefícios e minimizando os impactos negativos. Em última análise, os cassinos podem ser um importante motor de crescimento econômico e desenvolvimento do turismo, desde que sejam administrados de forma consciente e responsável.

  • Os segredos dos jogos de cassino: estratégias e dicas para ganhar

    Os jogos de cassino sempre despertaram a curiosidade de muitas pessoas, sendo uma forma de entretenimento bastante popular ao redor do mundo. No entanto, para muitos jogadores, a experiência de apostar em um cassino vai além da diversão e do entretenimento, eles buscam também a chance de ganhar dinheiro e sair vitoriosos.

    Ganhar em um cassino não é uma tarefa fácil e, muitas vezes, os resultados são determinados pela sorte. No entanto, existem algumas estratégias e dicas que podem aumentar as chances de sucesso e fazer com que os jogadores saiam na vantagem. Neste artigo, vamos abordar alguns dos segredos dos jogos de cassino e compartilhar algumas dicas para ganhar.

    1. Conheça as regras dos jogos: Antes de apostar em qualquer jogo de cassino, é fundamental conhecer as regras e as estratégias de cada modalidade. Saber as probabilidades de cada aposta e compreender as regras do jogo pode fazer toda a diferença entre ganhar e perder.

    2. Gerencie o seu dinheiro: Uma das regras mais importantes para quem deseja ganhar em um cassino é o gerenciamento do dinheiro. Estabeleça um limite de apostas e não ultrapasse esse valor, seja disciplinado e saiba quando parar.

    3. Escolha os jogos certos: Nem todos os jogos de cassino oferecem as mesmas chances de ganhar. Alguns são mais vantajosos do que outros, por isso é importante escolher os jogos que têm as melhores probabilidades. Jogos como o Blackjack, a Roleta e o Poker tendem a oferecer mais vantagens aos jogadores habilidosos.

    4. Aproveite os bônus e promoções: Muitos cassinos oferecem bônus e promoções para atrair novos jogadores e recompensar os jogadores frequentes. Aproveite essas ofertas para aumentar o seu saldo e aumentar as suas chances de ganhar.

    5. Aposte com inteligência: Evite fazer apostas impulsivas e sem pensar. Desenvolva uma estratégia de apostas e seja paciente, aguarde o momento certo para realizar as suas jogadas.

    Em resumo, ganhar em um cassino requer uma combinação de sorte, habilidade e estratégia. Seguir essas dicas e segredos dos jogos de cassino pode aumentar as suas chances de sair vitorioso e desfrutar de uma experiência de apostas mais gratificante. Lembre-se sempre de jogar de forma responsável e manter o controle sobre o seu dinheiro. Boa sorte!

  • O fascínio dos cassinos: entretenimento, apostas e sorte

    Os cassinos são ambientes que exercem um grande fascínio sobre muitas pessoas ao redor do mundo. A mistura de luxo, entretenimento, apostas e sorte atrai milhares de visitantes todos os dias em busca de diversão e, é claro, da possibilidade de ganhar uma quantia significativa de dinheiro.

    O brilho e glamour dos cassinos, com suas luzes coloridas, mesas de jogos e máquinas caça-níqueis, oferecem aos jogadores uma experiência única e emocionante. Muitos são atraídos pela possibilidade de experimentar a adrenalina de apostar uma quantia de dinheiro e testar sua sorte, na esperança de sair vitorioso.

    Além disso, os cassinos oferecem uma ampla variedade de jogos, desde os tradicionais como pôquer, roleta e blackjack, até os mais modernos como bingo, vídeo poker e máquinas caça-níqueis com temáticas variadas. Isso garante que haja opções para todos os gostos e preferências, tornando a experiência de jogo ainda mais emocionante.

    No entanto, é importante ressaltar que os cassinos também podem representar um ambiente de riscos, onde é fácil se deixar levar pela emoção do jogo e acabar perdendo mais dinheiro do que se pretendia. Por isso, é essencial que os jogadores joguem de forma responsável, estabelecendo limites e controlando suas apostas.

    Apesar disso, os cassinos continuam a exercer um grande fascínio sobre as pessoas, que enxergam nesses espaços uma oportunidade de diversão e entretenimento, além da chance de tentar a sorte e sair vitorioso. Seja para os jogadores mais experientes ou para os iniciantes, visitar um cassino é sempre uma experiência única e inesquecível.

    Em resumo, os cassinos representam um ambiente de diversão, entretenimento e aposta, onde a sorte pode ser decisiva para determinar o sucesso ou fracasso de um jogador. Seja para os que buscam emocionantes partidas de cartas ou para os que preferem o suspense das máquinas caça-níqueis, os cassinos continuam a atrair pessoas de todas as idades em busca de diversão e adrenalina. Afinal, quem não gostaria de experimentar a emoção de ganhar uma grande quantidade de dinheiro em uma única jogada?

  • PROJETO SUCURIJU – LIVRO E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

    Histórias orais dos povos originários do Brasil são reunidas em livro por autor nativo

    Projeto Sucuriju, de Ronny Abreu, inclui lançamento de livro em maio e contação de histórias em escolas em maio e junho

    Reunidos no livro “Sucuriju: Histórias que meu Povo conta (Editora Alpharrabio, 2024)”, personagens da cultura amazônida como a Curupira, a cobra Sucuri e a Mãe d’Água protagonizam ensinamentos sobre a importância do respeito à vida e à natureza, além de fazer parte das tradições orais dos povos originários da Amazônia.

    O lançamento do livro faz parte do Projeto Sucuriju e acontece no dia 28 de maio, na livraria e editora Alpharrabio (Santo André), às 18h, e foi viabilizado pelo mecanismo de incentivo fiscal ProAC 23/2023, de Produção e Realização de Projeto de Incentivo à Leitura.

    O autor do livro, Ronny Abreu, disse que as histórias trazem memórias afetivas de sua infância e reuni-las em um livro é uma forma de preservar a cultura cabocla-indígina da qual faz parte. “É urgente a necessidade de falar às infâncias e juventudes sobre os valores ancestrais presentes nas histórias dos encantados, cuja sabedoria resgata o sentido de pertencimento e responsabilidade no cuidado com toda a vida no planeta Terra”, afirma.

    Visão de mundo

    Voltado ao público infanto-juvenil, o livro é ilustrado por André Vazzios e revela as histórias que fazem parte das narrativas contadas pelos povos que vivem às margens dos igarapés do interior do Pará. Para Ronny, o livro se diferencia por apresentar a visão de mundo dos povos locais e aprendizados para enfrentar desafios sociais e ambientais.

    A publicação do livro também é uma forma de propor a reflexão às pessoas sobre o impacto da exploração desenfreada da natureza no modo de vida dos povos locais, reforça o autor. “Por muito tempo, a tradição de contar histórias era a única maneira de repassar as culturas, mitos e lendas do oeste do Pará, mas não é só isso. As narrativas fazem uma convocatória para dentro da mata e trazem um olhar para os povos da floresta que insistem em ficar e continuar no solo místico e sagrado dos ancestrais.”

    Eventos

    No lançamento, Ronny vai interpretar dois contos dos livros “Sucuriju” e “Jaguaretê Onça Mãe”, ao lado da atriz Fernanda Henrique. Também no mês de maio e em junho, o projeto Sucuriju segue para apresentações gratuitas em quatro EMEFs do município de São Paulo: CEU EMEF Tatiana Belinky, EMEF Vinícius de Moraes, EMEF Heraldo Barbuy e EMEF Professor Francisco da Silveira Bueno.

    No dia 14, a apresentação será na Biblioteca Machado de Assis, aberta aos estudantes da Escola Pública do Riacho Grande, em São Bernardo do Campo, onde parte dos alunos vêm de comunidades indígenas.

    Ronny vai conduzir uma oficina de escrita no dia 15/06, no Centro Educacional Unificado (CEU) Sapopemba, e apresentar uma live sobre o projeto no dia 21/06 no canal do projeto Sucuriju no YouTube. Ambas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

    O projeto também contemplará a distribuição de 30 exemplares do livro em Salas de Leitura de Escolas Públicas de Ensino Fundamental I e II, Bibliotecas, Museu das Culturas Indígenas de São Paulo e outros espaços promotores da leitura, instituições e projetos situados no Estado de São Paulo.

    Sobre Ronny Abreu

    Ator e dramaturgo, Ronny é formado pela Escola Livre de Teatro (ELT) de Santo André e cursou 5 períodos na Licenciatura de Letras e Artes na Universidade Federal do Pará (UFPA). Como artista paulista e migrante do Estado do Pará, Ronny trabalha com a valorização de sua origem cultural indígena e a contribuição dos povos originários na formação cultural do Brasil.

    Atuou em espetáculos como” Nô Caminho – Sete Passos para Dentro” (Formão 6 da ELT), “A queda” (Teatro de Asfalto), “Caixa Casa Mundo: histórias re-veladas ou sobre como vencer os monstros” (Coletiva de Teatro Feminista Pontos de Fiandeiras), “A Festa dos Bárbaros” (Cia São Jorge de Variedades) e “Vozes da Independência” (Dione Carlos).

    Lançamento do livro infanto-juvenil “Sucuriju, histórias que meu povo conta”

    Autor: Ronny Abreu

    Ilustração: André Vazzios

    Projeto gráfico e diagramação: Isabela A. T. Veras, da Fabricando Ideias Design Editorial

    Editora: Alpharrabio Livraria e Editora

    Data e horário: 28/05 (maio) às 18h

    Local: Alpharrabio Livraria e Editora – R. Dr. Eduardo Monteiro, 151 (Jardim Bela Vista), Santo André – SP

    Público: convidados

  • Fazer o quê depois de pintar? Arte e Infância em uma perspectiva contemporânea

    Fazer o quê depois de pintar? Arte e Infância em uma perspectiva contemporânea



    *Em 2022 o projeto foi premiado no Professor em Destaque da SME-SP, apresentado no VI Seminário EducaPenha, no Seminário Internacional Pequenas Coisas, mas as mais pequenas mesmo!, no Seminário Internacional Infâncias e Pós-colonialismo da Unicamp e no Congresso do SEDIN – Sindicato dos Educadores da Infância. E recebi o convite de uma live pela Divisão de Educação Infantil da SME-SP em 2021.


    Tudo começou no início de 2021 com o retorno da jornada presencial, assumi um grupo de Minigrupo II com crianças de 3/4 anos e logo na primeira semana ofereci um contexto com pintura, o grupo se mostrou animado e ansioso por essa possibilidade. Depois da segunda proposta comecei a refletir sobre os indícios que havia observado e escutado e decidi…

  • O adulto de referência no trabalho com a educação infantil – 0 a 3.

    O adulto de referência no trabalho com a educação infantil – 0 a 3.

    Desde que comecei meus estudos sobre educação na primeira infância, me tornei especialista. Aprofundei meus conhecimentos na abordagem Pikler, fiz cursos em psicanálise e comecei a aplicar a figura do adulto de referência com base na minha própria experiência, analisando se é realmente tão crucial como aprendi que é.

    Minha primeira experiência foi em 2018 e 2019 na educação não formal, trabalhando em espaços brincantes com bebês e crianças pequenas. Durante 2020, enfrentamos a pandemia (modo online), seguido pelo trabalho com um grupo de 3/4 anos em 2021 e como professora volante em 2022. Nessa última função, pude observar o trabalho de outras profissionais na sala do berçário I, composta por três turmas em um único espaço físico, resultando em 21 bebês (7 por professora).

    Nesse cenário, as professoras optaram por não designar uma lista de alunos para cada turma, permitindo que os bebês escolhessem sua referência. Inicialmente achei interessante, mas com o tempo essa abordagem me levou a questionar a importância da escolha do bebê, já que o vínculo se desenvolve naturalmente (assim como a relação materna). Se um bebê escolhe uma professora específica, pode ser porque ela oferece mais atenção, iniciativa de interação ou sensibilidade. O que acontece quando muitos escolhem a mesma professora ou quando uma criança não escolhe? Senti falta de garantir os direitos e a qualidade do atendimento.

    Outro aspecto que me fez refletir foi que, enquanto havia a professora de referência, todas as professoras trocavam fraldas, roupas, davam banho e alimentavam todos os bebês. Isso me deixou confusa e senti a necessidade de vivenciar novas experiências neste contexto da educação infantil, buscando embasamento teórico para aprimorar essa concepção.

    Em 2023, assumi uma turma de berçário II com bebês de 1 a 2 anos e vi uma grande oportunidade, com três agrupamentos em um único espaço físico, totalizando 27 bebês (9 por professora) e 3 professoras por período. Propus adotar o sistema em que cada uma seria a adulta de referência do seu agrupamento, sem rigidez. Deu certo! Em 2024, continuo com o berçário II, desta vez em dupla, com 8 bebês para cada professora. A outra professora aceitou a proposta.

    Não há um livro ou texto específico com todas as respostas sobre trabalhar com o adulto de referência. O que compartilho aqui é uma breve reflexão. Muitas educadoras desejam implementar essa abordagem, mas encontram dificuldades. Espero que essas experiências possam contribuir, destacando a importância da abertura, flexibilidade, estudo, respeito, ética e parceria entre as professoras.

    A leitura do artigo complementa os conhecimentos sobre o assunto, abordando a relação adulto-criança. Meu enfoque pedagógico vai além, integrando estudos de autores como Winnicott, Bolwby, Brazelton, Pikler, Gonzalez-Mena, Goldshmied e Jackson, buscando uma visão holística.

    Da família ao ambiente educativo

    Quando bebês ou crianças pequenas começam no ambiente educativo, é crucial lidar com a separação mãe-bebê ou do cuidador. Isso pode causar estresse, angústia e ansiedade, pois é necessário construir laços diferentes dos familiares, com pelo menos uma professora por período.

    É um momento delicado e desafiador, exigindo acolhimento e sensibilidade. Os bebês e crianças expressam seus sentimentos e a nossa observação é essencial para compreender e atender suas necessidades emocionais, criando um ambiente propício para explorar, aprender e se sentir seguros.

    Aulas especiais de cuidados e emoções

    Ainda é possível implementar o sistema do adulto de referência se você não estiver trabalhando dessa forma!

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